Dia do Livro: equipe da Mazzini monta ‘lista colaborativa’ de leituras marcantes

Comemorado em 23 de abril em todo o mundo, data da morte de William Shakespeare e Miguel de Cervantes, o Dia do Livro é um convite a viajar no tempo e no espaço.

Um compilado de textos budistas, produzido pelos chineses, em 868 d.C., é o primeiro de que se tem notícia na história. Na Idade Média, os livros eram manuscritos em pergaminhos e papiros por monges copistas. Por isso, o assunto das obras era quase sempre religioso. 

Já no Brasil, a primeira obra editada foi Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga, em 1808.

Seja romance, ficção científica, biografia, conto, crônica, fábula, poesia… todo mundo tem história para contar – com o perdão do trocadilho – sobre algum livro que fez parte da vida de alguma forma.

Para ajudar a aumentar essa lista de histórias, fantasias e viagens pelo mundo literário, a equipe da Mazzini deu algumas dicas de leitura e, claro, a gente foi atrás do resumo para dar aquele incentivo a mais.

A Dayana, nossa coordenadora de Contas a Pagar, indicou “O Caçador de Pipas”, livro que deixa qualquer um com os olhos marejados só de escrever sobre.

O romance narra a tocante história da amizade entre Amir e Hassan, dois meninos que vivem no Afeganistão da década de 1970. Durante um campeonato de pipas, Amir perde a chance de defender Hassan, num episódio que marca a vida dos dois amigos para sempre. Vinte anos mais tarde, quando Amir está estabelecido nos Estados Unidos, após ter abandonado um Afeganistão tomado pelos soviéticos, ele retorna a seu país de origem e é obrigado a acertar as contas com o passado.

“Não Nascemos Prontos”, de Mário Sérgio Cortella, foi a indicação da Narjara, coordenadora de Suprimentos.

Este livro inspirador nos desafia a aprender sempre, olhando o mundo e a nós mesmos sob uma nova perspectiva. O autor mostra que, quando estamos insatisfeitos, somos capazes de inovar, mudar e nos construir aos poucos, pois o grande desafio humano é não se satisfazer com as coisas como estão. Quem assume este compromisso constrói uma existência significativa e gratificante.

Já Fabrícia, recepcionista da Mazzini, falou que “O Morro dos Ventos Uivantes” marcou a vida dela.

O Morro dos Ventos Uivantes retrata uma trágica história de amor e obsessão em que os personagens principais são a obstinada e geniosa Catherine Earnshaw e o irmão adotivo, Heathcliff. Grosseiro, humilhado e rejeitado, ele guarda apenas rancor no coração, mas tem com Catherine um relaciona- mento marcado por amor e, ao mesmo tempo, ódio. Essa ligação perdura mesmo com o casamento de Catherine com Edgar Linton.

Nossa coordenadora de Projetos, Carol, indicou “A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón.

Barcelona, 1945. Daniel Sempere acorda na noite de seu aniversário de onze anos e percebe que já não se lembra do rosto da falecida mãe. Para consolá-lo, o pai leva o menino pela primeira vez ao Cemitério dos Livros Esquecidos. É lá que Daniel descobre A Sombra do Vento, romance escrito por Julián Carax, que logo se torna seu autor favorito, sua obsessão. No entanto, quando começa a buscar outras obras do escritor, Daniel descobre que alguém anda destruindo sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que Carax já publicou, e que o que tem nas mãos pode muito bem ser o último volume sobrevivente. Junto com seu amigo Fermín, Daniel percorre a cidade, adentrando as ruelas e os segredos mais obscuros de Barcelona. Anos se passam e sua investigação inocente se transforma em uma trama de mistério, magia, loucura e assassinato.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” é um mantra de “O Pequeno Príncipe”, que marcou a vida da Ludmyla, assistente de Projetos.

Nesta clássica história que marcou gerações de leitores em todo o mundo, um piloto cai com o avião no deserto do Saara e encontra um pequeno príncipe, que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana.

Já Andrea, nossa gerente Financeira, ficou impressionada com os relatos de “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg.

Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela mudaram de maneira fundamental. Publicitários da Procter & Gamble observaram vídeos de pessoas fazendo a cama. Tentavam desesperadamente descobrir como vender um novo produto chamado Febreze, que estava prestes a se tornar um dos maiores fracassos na história da empresa. De repente, um deles detecta um padrão quase imperceptível – e, com uma sutil mudança na campanha publicitária, Febreze começa a vender um bilhão de dólares por anos. Um diretor executivo pouco conhecido assume uma das maiores empresas norte-americanas. Seu primeiro passo é atacar um único padrão entre os funcionários – a maneira como lidam com a segurança no ambiente de trabalho -, e logo a empresa começa a ter o melhor desempenho no índice Dow Jones. O que todas essas pessoas têm em comum? Conseguiram ter sucesso focando em padrões que moldam cada aspecto de nossas vidas. Tiveram êxito transformando hábitos.

Mais uma história emocionante, que marcou a vida da Liliane, coordenadora de Contas a Receber, é retratada em “A Cabana”, de William P. Young.

Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa velha cabana.

Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à cabana onde acontecera a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local numa tarde de inverno e adentra passo a passo o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de maneira tão profunda quanto transformaram a dele. 

Diretor de Incorporação da Mazzini, Luiz Claudio citou o livro “Homo Deus: uma breve história do amanhã” como uma incrível descoberta acerca da humanidade.

Nesta obra, Yuval Noah Harari combina ciência, história e filosofia, para entender quem somos e descobrir para onde vamos. Sempre com um olhar no passado e nas nossas origens, Harari investiga o futuro da humanidade em busca de uma resposta tão difícil quanto essencial: depois de séculos de guerras, fome e pobreza, qual será nosso destino na Terra? A partir de uma visão absolutamente original de nossa história, ele combina pesquisas de ponta e os mais recentes avanços científicos à sua conhecida capacidade de observar o passado de uma maneira inteiramente nova. Assim, descobrir os próximos passos da evolução humana será também redescobrir quem fomos e quais caminhos tomamos para chegar até aqui.

Como fazer amigos e influenciar pessoas” foi uma das indicações do Hermann, gerente geral de Vendas e Desenvolvimento de Negócios.

O guia clássico e definitivo para relacionar-se com as pessoas. Os conselhos, métodos e as ideias de Dale Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas, e permanecem completamente atuais. Carnegie fornece, nesse livro, técnicas e métodos, de maneira extremamente direta, para que qualquer pessoa alcance seus objetivos pessoais e profissionais.

Leitor voraz, o Hermann também mencionou “Princípios”, de Ray Dalio, como um livro marcante.

Listado pela Time entre as cem pessoas mais influentes de 2012, Dalio compartilha em Princípios suas técnicas, refinadas em quarenta anos de experiência, para auxiliar qualquer pessoa ou empresa a alcançar seus objetivos.

Para Ray Dalio, vida, gestão, economia e investimentos podem ser sistematizados em regras. Entre as centenas de lições do livro, erguidas em torno de seus alicerces de “verdade radical” e “transparência radical”, Dalio oferece uma abordagem clara e direta para a tomada de decisões e ensinamentos valiosos para a formação de equipes sólidas e eficientes.

Victoria, coordenadora de Marketing e Invovação – a.k.a. esta que vos escreve (risos) –, escolheu “Em Busca de Sentido” como leitura obrigatória e transformadora.

O fundador da Logoterapia mostra nesta obra como foi a sua própria experiência em busca do sentido da vida num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Apresenta também, numa segunda parte, os conceitos básicos da logoterapia.

A Ana Caroline, assistente técnica de Obras, falou que “A Culpa é das Estrelas” cumpriu bem o papel de trazer emoção e, por isso, virar um marco na vida dela.

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. A reviravolta na vida de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Para a gerente técnica de Obras, Jennifer, a obra “Nunca Desista dos Seus Sonhos”, de Augusto Cury, é inspiradora.

Com 25 milhões de livros vendidos sobre temas como crescimento pessoal, inteligência e qualidade de vida, o psiquiatra Augusto Cury debruça-se sobre nossa capacidade de sonhar e quanto ela é fundamental na realização de nossos projetos de vida. Os sonhos são como uma bússola, indicando os caminhos que seguiremos e as metas que queremos alcançar. São eles que nos impulsionam, nos fortalecem e nos permitem crescer. Se os sonhos são pequenos, nossas possibilidades de sucesso também serão limitadas. Desistir dos sonhos é abrir mão da felicidade, porque quem não persegue seus objetivos está condenado a fracassar 100% das vezes. Analisando a trajetória vitoriosa de grandes sonhadores, como Jesus Cristo, Abraham Lincoln e Martin Luther King, Cury nos faz repensar nossa vida e nos inspira a não deixar nossos sonhos morrerem.

O clássico “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, foi bem lembrado pela Andressa, nossa auxiliar técnica de Planejamento, Orçamento e Qualidade.

Ao longo de sete décadas a narrativa não perdeu viço nem atualidade… pelo contrário: a vida urbana dos meninos pobres e infratores ganhou contornos trágicos e urgentes. Várias gerações de brasileiros sofreram o impacto e a sedução desses meninos que moram num trapiche abandonado no areal do cais de Salvador, vivendo à margem das convenções sociais. Verdadeiro romance de formação, o livro nos torna íntimos de suas pequenas criaturas, cada uma delas com suas carências e suas ambições: do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. Com a força envolvente da sua prosa, Jorge Amado nos aproxima desses garotos e nos contagia com seu intenso desejo de liberdade.

Sthefany, assistente técnica de Obras, indicou “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter.

Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar, de forma clara e agradável, os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes.

Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, ideias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros.

Para Emanuelle, gerente de Obras, “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury, trouxe muitos ensinamentos.

Os pais e os professores lutam pelo mesmo sonho: tornar seus filhos e alunos felizes, saudáveis e sábios. Mas jamais estiveram tão perdidos na árdua tarefa de educar. Ferramentas para promover a formação de pensadores, educar a emoção, expandir os horizontes da inteligência e produzir qualidade de vida foram apresentadas neste livro.

Cheia de emoção, a história retratada em “O Menino do Pijama Listrado”, foi a escolha de João Pedro, assistente técnico de Obras.

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga. Em uma de suas andanças, Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai, aos poucos, tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 

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